Episódio #9 Temporada 7: Anita e o paradoxo da escolha

Horas a fio a vasculhar a internet, dezenas de separadores abertos nos vários browsers, listas intermináveis de opções escritas ou a circular ininterruptamente na sua cabeça… a Anita chega ao ponto em que pensa em chamar a sua mãe e pedir que tome decisões por si.

Toda e qualquer atividade encerra em si escolhas quase ilimitadas…. muito mais do que alguma vez necessitará! O cansaço vence, a decisão é tomada, mas só depois de tempo e motivação perdidos e, deixando no ar a dúvida sobre se fez a escolha mais acertada.

A Anita, cada vez mais convencida que “mais é menos”, torna-se apologista do “menos é mais”!

Neste episódio mencionamos:

FOMO “Fear of Missing Out”
“Mark Zuckerberg wears same clothes everyday, here’s why”
“Drive – The Surprising Truth About What Motivates Us”, de Daniel Pink
“Predictably irrational”, de Dan Ariely
“Playing Big”, um curso e um livro de Tara Mohr
Flipboard
Goodreads
O Consultório da Anita
“Letters to friends”, a newsletter semanal da Billy
Assinem a newsletter da Anita!
A Anita no Instagram

E não se esqueçam:
A Anita regressa ao trabalho quando bem lhe apetece e pode, idealmente a cada semana, mais coisa menos coisa, com um ponto de situação nos seus projetos. No entanto, como boas aspirantes à omnipresença, continuamos ligadas no Instagram, em @anita_no_trabalho, e ainda em anitanotrabalho.com, onde poderão conversar connosco através da secção Querida Anita, ou no Facebook. Para consultas mais específicas, a Anita está disponível para sessões individuais com a sua comunidade em anitanotrabalho.com/consultorio

Ou nas nossas plataformas profissionais:
Eli: nautilo.net | facebook | twitter | Instagram
Billy: airdesignstudio.com | facebook | Instagram
Constança Cabral: Blog | Instagram | Facebook

Créditos:
“Polygamie” de Gabriel Vigliensoni, através do Free Music Archive.

2 comments

  1. Naná says:

    Mais um excelente episódio!
    Identifiquei-me muito com o que foi dito, eu que sou uma péssima “tomadora de decisões”. E até tive uma cadeira semestral na licenciatura que era Teoria da Decisão onde aprendi teorias dos jogos, árvores de decisão e matrizes de decisão. Nem isso me ajudou muito a tomar decisões mais facilmente. No meu caso, peso muito os prós e os contras, mas diria que mais de 50% do que contribui para a decisão final é mesmo o gut-feeling. E o meu instinto e sexto sentido nunca me têm falhado.
    Sobre o planeamento de entrega de trabalhos na faculdade, acho que isso fazia falta em qualquer ano de escolaridade. Da mesma forma que não há qualquer professor ou disciplina a ensinar aos miúdos desde tenra idade métodos de estudo. Uma falha gritante no ensino.
    Sobre o Goodreads, a minha abordagem à plataforma é a mesma que a da Ellie. Não encaro aquilo como uma rede social, mas como um tracking device, que é algo que eu adoro. Tenho um para livros, outros para séries e filmes (digamos que as stats de tempo despendido a ver filmes e séries pode ser algo deprimente… ihihihih).
    Dito isto, o que mais me irrita nas redes sociais por estes dias, até muito mais do que todas as postas de pescada mais fúteis e imbecis de algumas pessoas, é o bombardeio violento de publicidade. O Instagram por estes dias provoca-me um enfado profundo. E se por vezes me deixo levar pelo FOMO, outras vezes saio de grupos e bloqueio pessoas sem dó nem piedade, especialmente se forem tóxicas ou negativas. A vida é demasiado curta para perder tempo com coisas que não acrescentam nada de valor!
    Quanto ao vosso consultório, tenho que marcar uma hora. Mas primeiro… tenho que decidir o que quero fazer enquanto empreendedora… e a decisão está difícil.

    • anitanotrabalho says:

      Temos mesmo de conversar. Tantos pontos sobre os quais adorávamos continuar a conversar …acho que já se justifica um encontro 😉 Em relação ao teu comentário e quando falas de “dar rédea solta” à tristeza ou melancolia, já leste o livro mais recente da Susan Cain, Bitterweet?

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